Vitória conhece tabela detalhada das rodadas 31 a 34 do Brasileirão; confira
Foto: Victor Ferreira/EC Vitória

A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) divulgou as datas e horários de mais quatro rodadas do Campeonato Brasileiro. Com a atualização, o Vitória teve definidos os compromissos entre a 31ª e a 34ª rodada da competição. Entre eles, está uma partida em uma sexta-feira, às 20h, novo horário adotado para jogos do Brasileirão.

 

O Vitória já tinha os confrontos das duas próximas rodadas definidos. Na retomada do Campeonato Brasileiro após a Data Fifa, o Rubro-Negro recebe a Chapecoense no dia 7 de outubro, uma quarta-feira, às 20h, no Barradão. Três dias depois, no sábado (10), às 21h, a equipe enfrenta o São Paulo no Morumbi.

 

Na sequência, o Leão da Barra terá pela frente Corinthians, Athletico-PR, Coritiba e Fluminense. O duelo contra o Corinthians será realizado na segunda-feira (19), às 20h, fora de casa. Depois, o Vitória recebe o Athletico-PR no sábado (24), às 16h30, no Barradão.

 

Na 33ª rodada, o Rubro-Negro visita o Coritiba na quinta-feira (29), às 19h30. Por fim, o Vitória encara o Fluminense no dia 6 de novembro, uma sexta-feira, às 20h, no Barradão.

 

Faltando 10 jogos para o fim da Série A, o Vitória está na 13ª colocação, com 33 pontos, quatro a mais que o Grêmio, primeiro time dentro da zona de rebaixamento. 

 

Confira os próximos jogos do Vitória no Brasileirão:

29ª rodada: 07/10 (quarta-feira), 20h – Vitória x Chapecoense
30ª rodada: 10/10 (sábado), 21h – São Paulo x Vitória
31ª rodada: 19/10 (segunda-feira), 20h – Corinthians x Vitória
32ª rodada: 24/10 (sábado), 16h30 – Vitória x Athletico-PR
33ª rodada: 29/10 (quinta-feira), 19h30 – Coritiba x Vitória
34ª rodada: 06/11 (sexta-feira), 20h – Vitória x Fluminense

 

Milei tenta rearmar a Argentina com ajuda de Trump
Foto: The Official White House

O apoio de Donald Trump à tentativa do aliado Javier Milei de reeleger-se presidente da Argentina em 2027 vai além do apoio retórico à demanda de Buenos Aires pelas ilhas britânicas Falkland, conhecidas na região como Malvinas.
 

O republicano tem sido peça central no projeto do argentino de rearmar seu país, após décadas de baixo investimento e descrédito das Forças Armadas. De caças a blindados, passando por helicópteros e munições, a Argentina vive uma pequena corrida armamentista.
 

O que não está claro é contra quem, dado que não há rivalidades regionais fora dos discursos inflamados de Milei contra Lula (PT) e em apoio a Flávio Bolsonaro (PL), rival do petista na disputa pelo Planalto.
 

Com a desaprovação em 58% segundo pesquisa de agosto, o presidente contou recentemente com declarações de Trump em favor da revisão do apoio americano à soberania de Londres sobre as Malvinas, um tema que rivaliza com a seleção de futebol em termos de mobilização na Argentina.
 

A guerra travada pelas ilhas em 1982, quando a moribunda ditadura as ocupou brevemente até ser expulsa, é um trauma nacional. Milei tenta repetir o truque como farsa, aumentando o tom de sua reivindicação até em discurso na ONU, anunciando uma base naval nova e propondo penas a quem explorar petróleo em torno do arquipélago.
 

Trump, por sua vez, usa a carta das Falkland para pressionar o Reino Unido, que considera um aliado titubeante sob os governos trabalhistas recentes, a gastar mais com defesa.
 

Antes disso, porém, ele já havia começado um processo de rearmamento inédito. O negócio mais vistoso é a compra de 24 caças americanos F-16 usados da Dinamarca, por US$ 300 milhões em cinco anos. O segundo lote de seis aviões deve chegar em breve.
 

A compra não fará da Argentina uma potência, mas ela não contava com Força Aérea operacional. A aquisição foi fechada com um país europeu, mas Trump poderia ter revisto a autorização de reexportação de material de defesa dada pelo antecessor, Joe Biden. Não o fez.
 

O republicano e Milei são aliados próximos, e o argentino se encaixa no perfil de líder previsto pela Estratégia de Segurança Nacional de Trump: alguém que compartilha seu ideário populista à direita.
 

Com efeito, a Argentina é integrante de primeira hora da iniciativa Escudo das Américas, grupo de países criado por Trump para assuntos de segurança que declarou o PCC e Comando Vermelho entes terroristas no mesmo dia em que o americano ameaçou novas ações militares na região.
 

Ainda mais importante que os caças foi o pacote de até US$ 940 milhões em armamentos e sistemas de apoio, comprados dos EUA. Há dúvidas sobre como esse valor será pago com o país ainda enfrentando uma grave crise econômica.
 

No ano passado, foi a vez do Exército negociar uma compra direta de oito unidades do avançado blindado sobre rodas Stryker, de largo emprego na Guerra da Ucrânia. Em agosto, assinou acordo para mais 235 unidades, sem custo revelado.
 

É mais poder de fogo do que toda a obsoleta frota de 231 modelos TAM (Tanque Argentino Médio) do país, que também está sendo modernizada. Como a guerra com o Brasil durante a rivalidade encerrada com o fim das ditaduras nos anos 1980 nunca veio, é de se questionar tal investimento.
 

Neste mês, mais uma compra dos EUA: quatro helicópteros Black Hawk por salgados US$ 140 milhões. A expectativa é que sejam, caso a remilitarização de Milei vá em frente, complementados por mais aparelhos.
 

Isso é incerto. Segundo o Instituto Internacional de Estudos Estratégicos, de Londres, o país gastou em 2025 apenas 0,5% do PIB, ou US$ 3,7 bilhões, em defesa, incluindo inativos. É o 46º lugar no ranking global, e o 5º na América Latina. No Brasil, o dispêndio proporcional ao PIB é o dobro, e o valor nominal, sete vezes maior.
 

O ápice do gasto militar argentino na série histórica aferida pelo Banco Mundial, a partir de 1960, coincidiu com o zênite da mais recente ditadura: em 1978, o país empregou enormes 4,72% do PIB no setor.
 

Depois, as quedas foram paulatinas, acompanhando o fim da tensão com o Brasil, a criação do Mercosul e as seguidas crises econômicas. Desde 2004, o gasto nunca superou 1% do PIB, metade do preconizado pela Otan até o ano passado -hoje, a meta é 5% em dez anos.
 

Por ora, o Brasil apenas acompanha o processo. Segundo disse à reportagem um integrante da cúpula militar, a defasagem argentina é muito grande e, mesmo que Milei viva às turras com Lula, nada disso se refletiu na relação entre os estamentos fardados dos vizinhos.
 

Se os F-16 dão a alguém a ilusão de que alguma ameaça mais concreta às Malvinas pode ocorrer, há hoje nas ilhas quatro caças Eurofighter Typhoon, que valem por muitos dos modelos americanos. Além disso, a Marinha argentina nunca se recuperou.
 

Hoje, só tem três fragatas, em condições desconhecidas, e seus dois submarinos estão parados. Milei colocou no Orçamento de 2027 uma autorização para iniciar o processo de compra de mais duas fragatas e três submarinos.
 

Desta vez, os favorecidos são os franceses do Naval Group, o que levanta a hipótese de fabricar os submersíveis nos estaleiros que produziram quatro modelos de propulsão convencional Scorpène para o Brasil, processo que acabou em 2025.
 

Novamente, tudo isso depende de o dinheiro existir. Trump já se mostrou generoso com o argentino antes: em 2025, aprovou um pacote de ajuda de US$ 20 bilhões, visto como central na vitória eleitoral de Milei e aliados no pleito legislativo de outubro.

 

Na Antena 1, Bruno Reis nega mudança estratégica de ACM Neto em críticas a Lula
Foto: Luis Vasconcelos / Antena 1 Salvador

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), negou a existência de uma estratégia para amenizar as críticas do candidato ao governo da Bahia, ACM Neto (União), ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Em entrevista ao programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador, nesta segunda-feira (28), o gestor municipal foi questionado sobre uma possível mudança na postura de Neto em relação ao presidente.

 

Bruno Reis também negou que uma eventual mudança tivesse como objetivo evitar o afastamento de eleitores baianos que apoiam Lula. Segundo o prefeito, o debate da eleição para o governo da Bahia deve estar concentrado nos problemas do estado.

 

“Nós temos que debater o estado. O governador vai governar o Estado da Bahia. O presidente vai cuidar do Brasil. Quem vai estar aqui no dia a dia enfrentando os problemas da fila da regulação, da violência, da pior educação do Brasil — onde 50,3% das pessoas moram abaixo da linha da pobreza, onde o estado é campeão nacional de desemprego — é o governador”, disseram os apresentadores Maurício Leiro e Rebeca Menezes.

 

“É o governador que vai, de forma estratégica, montando equipe de qualidade, decidindo, governando, investindo os recursos com prioridade em ações e iniciativas que possam fazer o estado crescer e se desenvolver. Não é o presidente”, completou.

 

O prefeito defendeu que cabe ao governador liderar as ações para enfrentar os problemas da Bahia e cobrou maior participação do atual chefe do Executivo estadual nos debates políticos.

 

“Então, é óbvio que o debate da eleição é o debate estadual, dos problemas que o cidadão baiano está vivendo. Então, não tem nenhuma estratégia, não tem nenhuma vinculação ao desempenho deste ou daquele candidato a presidente. Neto é candidato a governador, não é candidato a presidente. Então, Neto tem que debater com o governador. Só que, infelizmente, o governador foge e parece que amanhã, mais uma vez, vai fugir do debate”, comentou.

 

Paraná Pesquisas: Senador Sérgio Moro atinge 46% das intenções de voto no Paraná
Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado

O atual senador e ex-juiz Sérgio Moro (PL) segue na liderança na disputa pelo governo do Paraná e atingiu a marca de 46,2% das intenções de voto para o governo do Paraná no primeiro turno. Isso é que diz o levantamento do instituto Paraná Pesquisas divulgado nesta segunda-feira (28).

 

Na segunda colocação, Requião Filho (PDT) aparece com 23,6% das intenções no cenário estimulado principal, seguido por Sandro Alex (PSD), que soma 21,5%.

 

Os demais candidatos aparecem com percentuais abaixo de 1%. Luiz França (Missão) tem 0,5%, enquanto Tayná Miessa (UP) registra 0,2%. Adriano Funileiro (PCO), Doutor Alexandre Salomão (Mobiliza) e Samuel de Mattos (PSTU) têm 0,1% cada.

 

Os votos brancos e nulos somam 4,1%, e 3,7% dos entrevistados não souberam opinar.

 

A Paraná Pesquisas ouviu 1.280 eleitores de 60 municípios, entre os dias 25 e 27 de setembro. A margem de erro é de 2,8 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o índice de confiança é de 95%. O levantamento está registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) sob o protocolo PR-02701/2026.
 

 

Ivete Sangalo homenageia cantor Rick Sollo na TV e lamenta morte: "Semana bastante difícil"
Foto: TV Globo

Ivete Sangalo surpreendeu o público ao homenagear o cantor Rick Sollo, da dupla Rick e Renner, que faleceu na última semana vítima de um acidente aéreo.

 

Durante a participação no 'Domingão com Huck', a baiana falou sobre a fatalidade que tirou a vida do sertanejo e o momento de luto que a música vive.

 

"Perder alguém que a gente ama, sempre quando alguém se vai para outro plano, a despedida é muito difícil, às vezes as circunstâncias pioram ainda mais essa despedida. Eu tive uma semana bastante difícil, era meu colega também, vive essas circunstâncias todas que estamos submetidos", disse.

 

A cantora ainda pontuou o fato de não atribuir a perda apenas ao acidente aéreo, por acreditar que fatalidades podem acontecer em qualquer lugar.

 

"Eu procuro não atribuir ao acidente exclusivamente essa coisa do aéreo, de ser o grande problema porque acho que todos nós, indivíduos, estamos sujeitos a acidentes diversos. Seja com aeronave, seja dentro de um ônibus, dentro de casa ou na rua. Mas o que mais me toca, além de saber que tem uma legião de fãs nesse momento sentindo essa falta e chorando, essa coisa humana mesmo, da família, dos amigos próximos, dos filhos", declarou a artista.

 

Rick deixou dois filhos, Mônica e Victor Henrique, frutos do casamento com Geralda Helena Carvalho, com quem viveu um casamento de mais de quarenta anos.

 

VÍDEO: Em meio a impasse sobre sucessão, Bruno Reis dá dicas para quem quer disputar Prefeitura de Salvador
Foto: Luis Vasconcelos / Antena 1 Salvador

O prefeito de Salvador, Bruno Reis (União), defendeu que as discussões e movimentações partidárias relacionadas ao nome que será escolhido para sucedê-lo na Prefeitura de Salvador sejam concentradas no ano eleitoral. A declaração foi dada durante participação no programa Bahia Notícias no Ar, da rádio Antena 1 Salvador.

 

 

Bruno Reis afirmou que as definições em torno do nome que disputará a sucessão municipal devem ocorrer somente em 2028, quando serão realizadas as eleições municipais. O prefeito também criticou o grupo de oposição em Salvador, que, segundo ele, concentra esforços em disputas políticas no dia a dia, enquanto sua gestão prioriza a entrega de obras, a eficiência administrativa e os resultados para a população.

 

“Quanto mais gente falar e antecipar esse processo só faz prejudicar e atrapalhar. Vamos discutir 2028 somente em 2028. Somente em 2028 a gente vai conversar sobre política. E eu não tenho dúvidas, pelo que eu tenho para entregar ainda, vou fazer meu segundo mandato melhor do que o primeiro. Com os ônibus todos que eu vou entregar, a arena multiuso que já está ficando pronta, o Centro de Controle de Operações no Subúrbio, mais novas escolas, o teleférico, o Centro de Convenções do Centro Histórico”, afirmou.

 

O gestor também deu dicas para os nomes que estão sendo cotados para ser o candidato a prefeito de Salvador, entre esses a vice-prefeita Ana Paula Matos (União) e o deputado federal, Léo Prates (Republicanos). Bruno disse que todos os possíveis candidatos devem focar em sua atuação e em seus mandatos e deixar a política somente para 2028.

 

“Vou focar na gestão. E aconselho quem quer ser candidato a prefeito a também se dedicar à sua atuação na missão que tiver, deixando a política para fazer em 2028. Em 28, a gente vai escolher o melhor nome para Salvador seguir se transformando e para a gente seguir mudando a vida das pessoas para melhor”, explicou.

 

STF impõe condições para retomada de obras em área urbana reivindicada como território quilombola em Lauro de Freitas
Foto: Rosinei Coutinho/STF

O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu parcialmente uma decisão do Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF-1) que havia determinado a paralisação geral e automática de todas as obras e atividades em uma área de 1.225 hectares reivindicada pela Comunidade Quilombola Remanescente do Quingoma, em Lauro de Freitas (BA).

 

O ministro Edson Fachin, presidente do STF, constatou que a paralisação foi excessivamente abrangente e apresenta risco de grave lesão à ordem administrativa e à prestação de serviços públicos, pois a delimitação do território envolve hospital, UPA, reservatório de água, empreendimento do programa Minha Casa Minha Vida, projeto habitacional e mais de duas mil residências de não quilombolas.?

 

No entanto, o magistrado condicionou a retomada das obras à apreciação da Comissão Regional de Soluções Fundiárias do TRF-1, que verificará, caso a caso, as medidas de proteção eventualmente necessárias. Fachin também ressaltou que as determinações restantes do TRF-1 continuam em vigor, especialmente quanto à conclusão em 120 dias, pelo Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (Incra), do Relatório Técnico de Identificação e Delimitação (RTID) e de um ano para a conclusão do processo administrativo de reconhecimento do território quilombola.

 

Serviços essenciais?
Na Suspensão de Tutela Provisória (STP 1152), a Prefeitura de Lauro de Freitas argumenta que a medida determinada pelo TRF-1 atinge mais de 20% do território municipal em uma região urbana densamente povoada. Além disso, afeta serviços essenciais, como a construção de uma maternidade, além de restrições a serviços essenciais de saneamento, drenagem, saúde, inclusive em benefício da própria comunidade quilombola. A prefeitura pediu que as medidas fossem ajustadas para evitar uma proibição absoluta em prejuízo da população local.?

 

Paralisação genérica?
Ao acolher em parte o pedido da prefeitura, o Fachin avaliou que a paralisação indiscriminada de intervenções na área apresenta risco de grave lesão à ordem administrativa do município, pois pode impedir que o poder público adote medidas emergenciais para a comunidade. Observou que a proibição genérica impede, por exemplo, a continuidade de obras de uma maternidade, afetando a execução de política pública de saúde.

 

Contudo, a seu ver, embora a determinação do TRF-1 seja excessivamente abrangente, isso não autoriza o afastamento integral dos mecanismos de proteção estabelecidos na decisão nem a retomada automática das obras e atividades no território reivindicado pela comunidade quilombola.

 

Remanescentes do Quilombo Quingoma?
O caso tem origem em ação civil púbica apresentada pela Defensoria Pública da União (DPU) com o objetivo de suspender as obras e atividades públicas ou privadas relacionadas à implantação do Centro Transitório de Tratamento de Resíduos (CTTR), do empreendimento denominado Bairro Novo, além de outras intervenções realizadas dentro ou nas proximidades do território reivindicado pela Comunidade Quilombola Remanescente do Quingoma.?

 

Flávio acusa PT e CNBB de disseminarem “fake news” sobre Nossa Senhora e entidade responde: “Mentira não se combate com outra mentira”
Foto: Reprodução / X / Metrópoles

O senador e candidato à Presidência da República, Flávio Bolsonaro (PL), acusou o Partido dos Trabalhadores e “gente de dentro da CNBB [Conferência Nacional dos Bispos do Brasil]” de disseminar informações falsas sobre Nossa Senhora Aparecida. A declaração foi dada pelo filho de Jair Bolsonaro durante ato de campanha em Aracaju, em Sergipe, neste domingo (27). 

 

 

A informação a que Flávio se refere é a de que Bolsonaro e políticos da direita teriam intenção de tirar o título de Nossa Senhora Aparecida como padroeira do Brasil. Os rumores circularam nas redes sociais no final da última semana e foram negados por Flávio ainda na sexta-feira (28). 

 

"A maior fake news dessa campanha foi essa sobre Nossa Senhora Aparecida, algo que nunca, não existia esse movimento pra tirar ela de ser padroeira do Brasil, jamais existia, não tem projeto, não tem nada. O PT já estava há alguns dias tentando levantar essa fake news, conseguiu com ajuda de gente dentro da CNBB, infelizmente, essa é a realidade", afirmou.

 

Ainda segundo o herdeiro de Jair, que é abertamente evangélico, “o que aconteceu ali foi, quase que automaticamente, uma disseminação dessa fake news”. “A verdade está do nosso lado. E o que o Flávio Dino fez hoje é o seguinte, ele autorizou, liberou a liga da mentira do PT para atuar livremente, mas, para o desespero deles, já identificamos toda a rede e vamos pedir que as pessoas sejam responsabilizadas”, completa o candidato do PL. 

 

Em resposta à fala do presidenciável, a CNBB emitiu uma nota afirmando que a acusação é injusta e que não teve qualquer envolvimento com o caso. "A CNBB não produziu, autorizou ou participou da elaboração ou divulgação de informações falsas relacionadas ao atual processo eleitoral. [...] Mentira não se combate com outra mentira", afirmou a entidade.

 

 

Wagner Moura fará dobradinha nos cinemas com Kristen Stweart em nova produção internacional
Foto: YouTube

Wagner Moura terá dobradinha com Kristen Stewart nos cinemas. Após atuarem juntos no projeto 'Flesh of the Gods', de Panos Cosmatos, o baiano retoma a parceria com a eterna estrela de Crepúsculo no filme 'Spiritual World', do diretor francês Olivier Assayas.

 

A novidade foi revelada pelo site especializado em cinema World of Reel.

 

Moura foi confirmado no filme, que conta a história de Ada, uma jovem atormentada por poderes clarividentes que começa a ser surpreendida por misteriosas premonições.

 

Os detalhes do personagem que será interpretado por Wagner Moura ainda não foram divulgados.

 

Além de Kristen e Moura, a produção contará com participações de Vicky Krieps, Riley Keough, Niels Schneider e Barbara Sukowa.

 

De acordo com a publicação, as filmagens estão previstas para começar em fevereiro, com gravações na França e na Alemanha. Ainda não há previsão de estreia do filme.

 

Ministério da Justiça pede ao Telegram bloqueio de 43 perfis que divulgam apostas e cassinos virtuais ilegais
Foto: Agência Brasil

O Ministério da Justiça acionou neste domingo (27) o Telegram para pedir a remoção de 43 canais e perfis que divulgam apostas e jogos de cassino virtuais ilegais.

 

Essa é a primeira ação do tipo movida pelo ministério desde a edição pelo governo Lula, na sexta-feira (25), da medida provisória que proibiu as bets e os cassinos on line no país.Entretanto, a determinação deste domingo não é uma consequência direta da medida provisória, que prevê prazo até a 0h de 6 de outubro para que sites e aplicativos de apostas saiam do ar.

 

Antes da MP, o ministério já movia ações para remoção de sites e perfis em redes sociais que hospedavam ou divulgavam bets e jogos sem autorização para funcionar no Brasil.

 

Esse tipo de medida, porém, deve ser tornar mais frequente a partir de agora devido à edição da MP, que tornou ilegal no país qualquer tipo de aposta on line.

 

Além dos perfis no Telegram, o Ministério da Justiça prepara pedido à Anatel para bloqueio que pode atingir mais de 500 sites de aposta ilegais.

 

Também na sexta, o governo Lula anunciou o envio ao Congresso de um projeto de lei que criminaliza a exploração de jogos on line no Brasil.

 

O texto cria cinco novos crimes para reforçar a proibição das bets prevista na medida provisória. Explorar ou operar "apostas de quota fixa" passará a ser punido com prisão de 4 a 6 anos, além de multa, mesmo quando a atividade tiver autorização de autoridades estrangeiras.