Flávio Bolsonaro nega fraqueza após deixar o país e defende nova eleição antes de 2030
Foto: Charles Vieira

O senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), derrotado na disputa pela Presidência da República, afirmou nesta sexta-feira (30) que sua saída do Brasil após o resultado eleitoral não representa um sinal de fraqueza. Em transmissão ao vivo nas redes sociais, ele voltou a questionar a votação, insinuou fraude sem apresentar provas e mencionou a possibilidade de uma nova eleição presidencial antes de 2030.

 

Durante a live, que durou cerca de 20 minutos, Flávio agradeceu aos apoiadores pelos aproximadamente 60 milhões de votos recebidos e disse estar disposto a disputar novamente o cargo. Segundo ele, a intenção seria concorrer em uma eventual eleição antecipada, sem esperar o próximo pleito regular. “Eu não estou falando de 2030, não, eu estou falando de antes disso”, declarou.

 

O senador também retomou as acusações contra o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Na segunda-feira (26), ele anunciou que apresentaria uma ação eleitoral por suposto abuso de poder político e econômico durante a campanha, citando o aumento do Bolsa Família às vésperas da votação.

 

Na transmissão, Flávio comparou as supostas irregularidades a “gols de mão” que não teriam sido anulados pela Justiça Eleitoral. Ele também voltou a contestar o resultado do segundo turno e afirmou, sem apresentar evidências, que a votação seria “matematicamente impossível”. A possibilidade de uma nova eleição foi mencionada no contexto da ação que o senador pretende apresentar. Pela legislação eleitoral, caso a chapa eleita seja cassada por abuso de poder nos primeiros dois anos do mandato, a Presidência será definida por uma nova votação direta.

 

Flávio ainda explicou que decidiu deixar o país após visitar o pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), que está em prisão domiciliar. Segundo o senador, durante a visita, agentes da Polícia Federal o intimaram sobre a apreensão de seus passaportes, determinada pelo ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

 

Assista ao vídeo na íntegra abaixo:

 

 

 

Halloween: confira 10 filmes e franquias para entrar no clima do dia das bruxas
Foto: Divulgação

O Halloween, conhecido no Brasil como Dia das Bruxas, é comemorado no dia 31 de outubro, celebrando a véspera do Dia de Todos os Santos, possuindo raízes históricas ligadas a antigos rituais e à transição entre estações. No Brasil, para valorizar a cultura local e em oposição ao apelo comercial estrangeiro, foi aprovada a Lei Federal n.º 2.762/2003, instituindo o dia 31 de outubro como o Dia do Saci, para promover o folclore brasileiro. 

 

Em comemoração ao Dia das Bruxas, bares, restaurantes, casas noturnas e diversos estabelecimentos comerciais realizam dinâmicas, mas, para quem fica em casa, confira uma lista com dez filmes e franquias para entrar no clima do terror. 

 

  1. O silêncio dos inocentes (1991, Jonathan Demme) 

 

O filme, baseado no romance de mesmo nome de Thomas Harris, é um clássico de suspense e terror psicológico que acompanha a jovem estagiária do FBI, Clarice Starling, interpretada por Jodie Foster, que é enviada para entrevistar o Dr. Hannibal Lecter, vivido por Anthony Hopkins, um psiquiatra e serial killer encarcerado. 

 

A trama se desenvolve por meio de um jogo de manipulação intelectual e tensão constante entre Clarice e Lecter, enquanto ela tenta se provar em um ambiente dominado por homens. O filme ganhou diversos prêmios, incluindo as cinco principais categorias do Oscar: Melhor Filme, Melhor Diretor (Jonathan Demme), Melhor Ator (Anthony Hopkins), Melhor Atriz (Jodie Foster) e Melhor Roteiro Adaptado (Ted Tally). 

 

 

  1. Oldboy (2003, Park Chan-wook) 

 

O filme, aclamado thriller psicológico e de ação sul-coreano, é dirigido por Park Chan-wook e é baseado no mangá japonês homônimo de Garon Tsuchiya e Nobuaki Minegishi. É o segundo capítulo da "Trilogia da Vingança" do diretor. Oh Dae-su, personagem de Choi Min-sik, é um homem bêbado que é sequestrado e mantido prisioneiro em um quarto de hotel por 15 anos, sem saber o motivo. Após ser solto de maneira abrupta, ele recebe roupas, dinheiro e um celular, sendo desafiado pelo seu captor a descobrir a razão de seu sequestro em apenas cinco dias. 

 

 

  1. Saga Invocação do Mal (2013 - 2025)

 

Uma das sagas mais conhecidas do mundo começou em 2013 sob a direção de James Wan e é uma das franquias de terror de maior sucesso comercial do cinema moderno. A história principal gira em torno dos investigadores paranormais Ed e Lorraine Warren, vividos por Patrick Wilson e Vera Farmiga, que enfrentam casos sobrenaturais nas décadas de 1960, 1970 e 1980. A saga foi finalizada em 2025, com o lançamento de “Invocação do Mal 4: O último Ritual”. 

 

 

  1. Corra! (2017, Jordan Peele)

 

Aclamado filme de suspense e terror psicológico do diretor norte-americano Jordan Peele, acompanha Chris Washington, interpretado por Daniel Kaluuya, um jovem fotógrafo negro que viaja com sua namorada branca, Rose Armitage, vivida por Allison Williams, para passar o final de semana na casa dos pais dela. 

 

No começo, a família é extremamente simpática, o que faz Chris achar que seja uma tentativa de lidar com um relacionamento interracial; porém, com o passar dos dias, ele percebe comportamentos robóticos nos empregados negros da casa e percebe uma conspiração bizarra. O longa foi um enorme sucesso de crítica e de bilheteria, rendendo ao diretor o Oscar de Melhor Roteiro Original. 

 

 

  1. Saga Pânico (1996 - atualmente)

 

A saga foi iniciada em 1996 e é uma das mais influentes e aclamadas do cinema mundial. Criada por Wes Craven e pelo roteirista Kevin Williamson, a série introduziu a metalinguagem e a autorreferência, em que os próprios personagens conhecem as regras dos filmes de terror e as utilizam para tentar sobreviver.

 

O assassino icônico da série de filmes utiliza uma máscara e é intitulado de Ghostface. Ele é sempre um humano comum, ou vários, cuja identidade muda a cada filme e é descoberta no final da trama. A franquia é sustentada pela “final girl”, Sidney Prescott, interpretada por Neve Campbell, que enfrenta os assassinos de frente. 

 

Cada filme funciona como um espelho de sua época; o primeiro busca desconstruir os clássicos dos anos 80, enquanto as sequências ironizam as continuações, trilogias, remakes e o “terror moderno”. 

 

 

  1. O Iluminado (1980, Stanley Kubrick)

 

Dirigido por Stanley Kubrick, é baseado no romance de mesmo nome do autor Stephen King e é considerado um clássico do terror psicológico. 

 

A trama acompanha o zelador Jack Torrance, personagem de Jack Nicholson, um escritor em crise que aceita o emprego de vigia durante o inverno no isolado Hotel Overlook, no Colorado. Ele se muda para o local com sua esposa, Wendy, vivida por Shelley Duvall, e seu filho, Danny, interpretado por Danny Lloyd. Com o fechamento do hotel pela neve, o isolamento extremo e a influência de forças sobrenaturais do prédio fazem com que Jack perca a sanidade, tornando-se violento contra a própria família. 

 

No filme, Jack Nicholson entrega uma das melhores e mais marcantes interpretações de sua carreira, enquanto o diretor revoluciona ao utilizar formas de filmagem consideradas disruptivas para a época. 

 

 

  1. Pássaros (1963, Alfred Hitchcock)

 

Clássico do suspense e do terror do célebre diretor Alfred Hitchcock, narra a aterrorizante revolta de aves contra os habitantes da pacata cidade costeira de Bodega Bay, na Califórnia. A socialite Melanie Daniels, vivida por Tippi Hedren, conhece o advogado Mitch Brenner, personagem de Rod Taylor, em uma loja de animais em São Francisco, decidindo segui-lo até a sua cidade natal. Porém, essa relação se transforma em um pesadelo quando diversas aves diferentes começam a atacar as crianças e os demais moradores sem motivo. 

 

A premissa do longa foi baseada, em partes, em um conto de mesmo nome e em um evento real ocorrido em 1961 na Califórnia. Tippi Hedren ganhou o Globo de Ouro de Revelação pelo papel. 

 

 

  1. Um Corpo que Cai (1958, Alfred Hitchcock)

 

Também dirigido por Hitchcock, é um suspense psicológico clássico sobre obsessão, identidade e ilusão. Acompanha John Ferguson, personagem de James Stewart, um ex-detetive de São Francisco que se aposenta após experienciar um trauma em uma perseguição que lhe causa medo de altura e vertigem. Ele então é contratado por um amigo para vigiar a esposa dele, Madeleine Elster, vivida por Kim Novak, que apresenta comportamentos suicidas. 

 

Ferguson, no entanto, se apaixona por Madeleine, porém é incapaz de evitar sua morte devido ao seu medo de altura. Consumido pela culpa e pelo luto, ele encontra Judy, uma mulher idêntica a Madeleine, passando a manipulá-la para transformá-la na imagem exata da mulher que amava.

 

No filme, Hitchcock utiliza uma técnica que ficou conhecida como “dolly zoom”, que combina o zoom da lente com o movimento oposto da câmera para, dessa forma, distorcer a perspectiva do fundo do objeto principal, dando a sensação de tontura. Esse método ficou imortalizado na história do cinema, levando o apelido de "efeito vertigo", em referência ao nome original do filme, que em inglês é "Vertigo".

 

 

  1. Saga Halloween (1978 - 2022)

 

A franquia é uma das mais icônicas e influentes do cinema de terror slasher, contendo 13 filmes lançados entre 1978 e 2022. Criado por John Carpenter e Debra Hill, o filme original introduz Michael Myers, um garoto que matou a própria irmã na infância e, 15 anos depois, foge de um sanatório para perseguir Laurie Strode, personagem de Jamie Lee Curtis, na cidade de Haddonfield, na noite de Halloween. A franquia ficou conhecida por desconsiderar sequências e criar diversos universos ao longo das décadas. 

 

 

  1. O Sexto Sentido (1999, M. Night Shyamalan) 

 

Aclamado thriller psicológico e drama sobrenatural escrito e dirigido pelo cineasta M. Night Shyamalan acompanha Dr. Malcolm Crowe, personagem de Bruce Willis, um conceituado psicólogo infantil que é atormentado pela culpa de não ter conseguido ajudar um paciente no passado. Ao tentar ajudar Cole Sear, interpretado por Haley Joel Osment, um menino de 8 anos isolado e com dificuldades de socialização, o médico descobre que o grande segredo da criança é que ele vê espíritos que não sabem que faleceram e buscam ajuda para resolver pendências.

 

O filme ficou mundialmente famoso por uma reviravolta no final e foi indicado a seis prêmios do Oscar, tornando-se um marco da cultura pop. 

 

 

Coritiba x Vitória: Veja prováveis escalações e onde assistir o duelo pela Série A
Arte: Bahia Notícias

Faltando apenas seis jogos para o fim do Campeonato Brasileiro, o Vitória terá um confronto direto neste sábado (31), contra o Coritiba, às 16h, no Estádio Couto Pereira, pela 33ª rodada da competição. Fechando a rodada, o Rubro-Negro ocupa a 14ª colocação, com 38 pontos, enquanto o Coxa aparece em 12º lugar, com 39.

 

Após a vitória do Corinthians diante do Mirrasol na última sexta-feira (30), Leão está a dois pontos do time paulista, primeiro time dentro da zona de rebaixamento, e ainda busca sua primeira vitória como visitante na Série A. Até o momento, foram seis empates e 10 derrotas longe do Barradão.

 

Para a partida, o técnico Jair Ventura terá os retornos do volante Baralhas, que volta a ser relacionado após quase três meses, de Cacá, recuperado de uma lesão lombar, e de Renê, artilheiro da equipe na temporada, com 17 gols, que cumpriu suspensão contra o Athletico-PR.

 

Por outro lado, o Rubro-Negro terá uma série de desfalques. Jamerson, por questões contratuais, e Mateus Silva, com uma lesão no tórax, estão fora. Eles se juntam a Ramon, Nathan Mendes e Fabiano, todos no departamento médico. Além deles, Luan Cândido está suspenso pelo terceiro cartão amarelo.

 

Com uma série de desfalques no setor defensivo, Jair Ventura pode recorrer ao sistema com três zagueiros e dois alas para o confronto direto. Nesse cenário, os pontas Diego Tarzia e Erick aparecem como opções para exercer as funções de alas em Curitiba.

 

Com Caíque na defesa, Wallace ou Zé Vitor podem ganhar uma vaga no meio-campo ao lado de Martínez. Mais à frente, Matheuzinho seria o responsável pela criação, com Renê e Renato Kayzer formando a dupla de ataque.

 

Após o duelo na capital paranaense, o Vitória recebe o Fluminense na sexta-feira (6), às 20h, no Barradão, pela 34ª rodada do Brasileirão. Na sequência, o Leão enfrenta o RB Bragantino, novamente em casa, e viaja para encarar o Internacional, em Porto Alegre.

 

CORITIBA

Há sete rodadas sem vencer, com cinco derrotas e dois empates, o Coritiba chega para enfrentar o Vitória após perder para o Grêmio, no Couto Pereira, pela 33ª rodada do Campeonato Brasileiro.

 

O único gol marcado pelo time nas últimas cinco rodadas foi contra, anotado por Marçal, do Botafogo, no empate válido pela 30ª rodada.

 

Enquanto a diretoria procura um novo treinador após a demissão , a comissão técnica permanente, formada por Guilherme Bossle e Reginaldo Nascimento, assume o comando da equipe. Com 39 pontos, o Coritiba ocupa a 12ª colocação, cinco pontos acima da zona de rebaixamento.

 

Em 16 jogos como mandante, o Coxa soma cinco vitórias, cinco empates e seis derrotas, desempenho que representa a quarta pior campanha em casa na competição.

 

Para a partida, o volante Thiago Santos retorna após cumprir suspensão e amplia as opções no meio-campo. O único desfalque é o atacante Lucas Ronier, que passou por cirurgia no joelho e só voltará a jogar em 2027.

 

FICHA TÉCNICA

Coritiba x Vitória 
Campeonato Brasileiro - 33ª rodada 
Local:
Estádio Couto Pereira, em Curitiba 
Data: 31/10/2026
Horário: 16h
Árbitro: Jonathan Benkenstein Pinheiro (RS)
Assistentes: Eduardo Gonçalves da Cruz (MS) e Alex Sandro Quadros Thomé (RR)
VAR: Adriano Barros Carneiro (MA)
Onde assistir: Premiere 

 

Coritiba: Pedro Morisco; Tinga, Tiago Coser, Jacy e Bruno Melo; Sebastián Gómez, Nicolás Fonsecae Josué; Lavega, Pedro Rocha e Paulo Roberto. Técnico: Guilherme Bossle (interino). 

 

Vitória: Lucas Arcanjo; Brítez, Caíque e Cacá; Erick, Martínez, Walace (Zé Vitor), Matheuzinho e Tarzia; Renê e Renato Kayzer. Técnico: Jair Ventura. 

 

Todo Mundo em Pânico: conheça algumas histórias que assombram o futebol baiano
Foto: Imagem gerada por IA

O Halloween chegou, e o futebol baiano também tem suas histórias macabras. Entre tabus que atravessam gerações, estádios que viraram motivo de preocupação e marcas históricas que ainda assombram torcedores, o cenário esportivo do estado reúne episódios que poderiam facilmente fazer parte de um filme de terror.

 

Seja pela dificuldade de alcançar uma conquista inédita, por problemas que parecem não ter fim ou por histórias que permanecem vivas na memória das arquibancadas, alguns personagens do futebol da Bahia carregam verdadeiros fantasmas.


Inspirados nos clássicos do cinema de terror, o Bahia Notícias preparou uma seleção de episódios que mostram que, no futebol baiano, nem todo pesadelo acontece durante a madrugada. Prepare-se: a sessão de terror vai começar!

 

1. Pânico: O terror do gramado do Adauto Moraes
O Estádio Adauto Moraes, em Juazeiro, já virou personagem de uma das histórias mais comentadas do futebol baiano. Em fevereiro de 2026, durante o empate entre Bahia e Juazeirense, pelo Campeonato Baiano, o gramado foi alvo de duras críticas do técnico Rogério Ceni. Para quem precisou entrar em campo, o cenário estava mais próximo de um filme de terror, do que de um espetáculo de futebol.

 

Foto: Divulgação / Juazeirense

 

2. Sexta-Feira 13: O pesadelo tricolor na Copa do Brasil
Se existe um fantasma que insiste em perseguir o Bahia nas competições nacionais, ele atende pelo nome de quartas de final da Copa do Brasil. Desde a criação do torneio, em 1989, o Esquadrão já alcançou essa fase em dez oportunidades, mas nunca conseguiu avançar à semifinal.

 

Assim como no clássico Sexta-Feira 13, parece que o terror sempre encontra uma maneira de voltar. Para o Bahia, o desafio é finalmente quebrar esse roteiro e espantar o fantasma das quartas de final.

 

3. It: A Coisa: O mistério da casa do Jacuipense
No cinema, a criatura de"It: A Coisa" aparece para assombrar uma cidade e seus habitantes. No futebol baiano, o mistério é outro: encontrar o endereço do próximo jogo do Jacuipense. O Leão do Sisal precisou lidar com mudanças temporárias de mando de campo em 2026. Com tantas trocas, acompanhar o calendário do clube também virou uma aventura. Para o torcedor, fica a pergunta: afinal, onde está a casa do Jacupa?

 

4. O Exorcista: Vitória tenta espantar o fantasma da Libertadores
Para o torcedor rubro-negro, disputar uma Copa Libertadores ainda é um sonho que permanece distante. Apesar da tradição no futebol brasileiro e de participações em outras competições internacionais, o Vitória nunca conseguiu disputar o principal torneio de clubes da América do Sul.

 

Enquanto a tão sonhada classificação não chega, o espírito da competição continental continua assombrando a torcida. Será que algum dia o Leão da Barra realizará o exorcismo? 

 

5. Os Fantasmas se Divertem: A maldição dos 75 anos do Ypiranga 
Dez vezes campeão baiano, o Ypiranga já foi um dos grandes protagonistas do futebol estadual. Entretanto, o último título do Mais Querido no Campeonato Baiano foi conquistado em 1951. Desde então, o clube não voltou a levantar a taça da principal competição estadual.

 

O clube que já dividiu protagonismo com Bahia e Vitória agora tenta recuperar o espaço que ocupou no passado. Enquanto isso, os fantasmas do último título continuam presentes na memória do futebol baiano.

 

6. O Silêncio dos Inocentes: Copa Governador do Estado não acontece há 10 anos
Criada em 2009 para garantir uma vaga na Série D do Campeonato Brasileiro para as equipes de ambas divisões, a Copa Governador do Estado foi importante para preencher o calendário dos clubes que jogavam apenas o estadual. Todavia, o torneio não sai do papel desde 2017, quando parou de acontecer devido ao não preenchimento do número mínimo de participantes. Em oito edições realizadas, o maior vencedor foi o Vitória da Conquista, com cinco troféus. 

 

Foto: Max Haack / Ag. Haack / Bahia Notícias

 

7. Bruxa de Brotas: Galícia não vence o Baianão há 58 anos 
Assim como o Ypiranga, outro clube soteropolitano que não vence um título estadual há muitos anos é o Galícia. O outro lado participante do Clássico de Ouro não sente o gosto de levantar o troféu do Baianão desde 1968. Desde então, o Azulino apenas conquistou três campeonatos da Série B do estado (em 1985, 1988 e 2013).
 

Garantido por mais um ano na elite, o Granadeiro busca voltar aos seus tempos áureos, quando foi o primeiro time a vencer o estadual três vezes consecutivas.

 

8. Jogos Mortais: O fantasma da torcida única 
Talvez seja o assunto mais comentado e com mais expectativas por trás nas discussões sobre o futebol baiano. Desde o dia 18 de fevereiro de 2018, torcedores de Bahia e Vitória não compartilham a mesma arquibancada em um clássico.

 

Naquela data, ocorreu o famigerado "Ba-Vi da Paz", que de pacífico não teve nada. Com nove expulsões ao todo, a partida marcou o fim da torcida mista para o duelo.

 

Após o ocorrido, 29 Ba-Vi's foram realizados, mas nenhum com torcedores distintos no mesmo estádio. Diversos esforços foram feitos pelos dois clubes para que o clássico volte a ter público dividido nos estádios. Entretanto, episódios de violência entre membros de grupos organizados dos times são pedras no sapato de quem busca o retorno da torcida mista.

 

9. A hora do pesadelo: Quatro anos sem um clube do interior vencer o Baianão
Em 2021, o Atlético de Alagoinhas encerrou uma seca de nove anos sem um título estadual conquistado por uma equipe fora de Salvador. O Carcará ainda conquistou o Baianão do ano seguinte, sendo este o último vencido por um clube do interior. Antes dele, somente o Colo Colo de Ilhéus (2006) e o Bahia de Feira de Santana (2011) venceram o estadual sem ser da cidade.

 

Na verdade, o século 21 foi o momento em que os clubes fora da capital mais venceram títulos. Desde a criação do Campeonato Baiano em 1905, foram apenas seis vencedores que não são de Salvador. Até a virada do milênio, apenas o Fluminense de Feira, em 1963 e em 1969, conseguiu tirar o troféu da capital. Será que o pesadelo dos times interioranos vai acabar em breve?

 

 

Bahia possui 17 cientistas na lista internacional cientistas mais influentes do mundo; confira nomes
Foto ilustração: Ronne Oliveira e Arianne Marins / Bahia Notícias

A Bahia continua representada no ranking internacional de cientistas influentes no mundo, elaborado a partir de indicadores de citação científica e publicado pela Elsevier/Scopus em parceria com pesquisadores da Universidade Stanford. Ao todo, o levantamento reúne 19 pesquisadores vinculados a instituições que atuam na Bahia.

 

Desse grupo, 17 são cientistas em universidades baianas. Os outros dois nomes estão associados à Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab) e à Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), instituições que também integram a relação por seus vínculos institucionais.

 

A lista, elaborada pelo professor John Loannidis e sua equipe, foi publicada como um artigo na revista PLOS Biology. Ela inclui pesquisadores de diversas áreas do conhecimento, com ênfase na presença de profissionais associados às universidades públicas estaduais e federais.

 

Confira os 19 pesquisadores vinculados a instituições que atuam na Bahia:

  1. Dr. Marcos Pereira — Nutricionista, especialista em gestão Alimentos, Nutrição e Saúde na Universidade Federal da Bahia (Ufba);

  2. Dr. Matheus Melo Pithon — Especialista na área de Odontologia na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb);

  3. Dr. Mansueto Gomes-Neto — Fisioterapeuta especialista em pesquisa clínica na Universidade Federal da Bahia (Ufba);

  4. Dr. José Patrício Bispo Júnior — Fisioterapeuta especialista em Saúde Pública na Universidade Federal da Bahia (Ufba);

  5. Dr. José Cleiton Sousa dos Santos — Químico e especialista em Biociências Moleculares na Universidade da Integração Internacional da Lusofonia Afro-Brasileira (Unilab);

  6. Dr. Marcos Almeida Bezerra — Químico de formação, chegou a fazer licenciatura e se especializou em química ambiental; hoje atua na Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb);

  7. Dr. Federico Costa — Biólogo e especialista em Saúde Coletiva na Universidade Federal da Bahia (Ufba);

  8. Dr. André Rodrigues Durães — Médico especialista em Epidemiologia na Universidade Federal da Bahia (Ufba);

  9. Dr. Eraldo Medeiros Costa-Neto — Biólogo e especialista em Ecologia e Recursos Naturais na Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).

  10. Dra. Luiza Amim Mercante — Química e especializada em Materiais e Nanotecnologia na Universidade Federal da Bahia (Ufba);

  11. Dr. Daniel Véras Ribeiro — Engenheiro e especialista em Engenharia dos Materiais na Universidade Federal da Bahia (Ufba);

  12. Dr. Bruno Fonseca-Santos — Farmacêutico e especialista em Nanotecnologia e Biomateriais Universidade Federal da Bahia (Ufba);

  13. Dr. Paulo Henrique Gonçalves Dias Diniz — Quimíco e especialista em análise de alimentos, fármacos e biocombustíveis na Universidade Federal do Oeste da Bahia (Ufob);

  14. Dra. Milena Botelho Pereira Soares — Bióloga especialista em biofísica na Universidade SENAI CIMATEC;

  15. Dr. Walter Nei Lopes dos Santos — Químico especialista em química analítica na Universidade do Estado da Bahia (Uneb);

  16. Dr. André Wilson Machado — Odontólogo especialista em odontologia estética e fotografia dentária na Universidade Federal da Bahia (Ufba);

  17. Dr. Franklin Riet-Correa — Veterinário especialista em Patologia Experimental e Comparada na Universidade Federal da Bahia (Ufba);

  18. Dr. Mirco Solé Kienle — Biólogo especialista em Anfibios no ecossistema Mata com Araucária na Universidade Estadual de Santa Cruz (Uesc);

  19. Dr. Carlos Dornels Freire de Souza — Fisioterapeuta especialista em Saúde Coletiva e Gestão da Saúde na Universidade Federal do Vale do São Francisco (UNIVASF).

 

DESAFIOS PERSISTEM
Apesar da presença de pesquisadoras no levantamento internacional, a participação feminina entre os cientistas baianos incluídos na lista ainda é pequena: apenas duas mulheres integram o grupo. O Bahia Notícias (BN) procurou os cientistas e realizou uma série de entrevistas. Para a química Luiza Mercante, no entanto, essa realidade não deve ser um impedimento para a realização de um trabalho de excelência.

 

“Infelizmente, ainda existem desafios para as mulheres na ciência. Embora sejamos maioria nas universidades, isso não se reflete nas posições de liderança dentro da carreira científica. Às jovens cientistas, eu diria: é importante sermos realistas e reconhecer que as dificuldades sempre existirão. Apesar dos obstáculos, precisamos seguir firmes em nossos objetivos”, argumenta.

 

A bióloga Milena Soares, por sua vez, avalia que o cenário tem avançado e que, atualmente, as mulheres encontram condições mais favoráveis para atuar na ciência. Com contribuições significativas para a compreensão da doença de Chagas, a pesquisadora relembra a presença feminina em instituições de prestígio.

 

“Isso varia muito de área para área. As mulheres são maioria nas áreas da saúde, e hoje se busca uma maior igualdade na composição das instituições. Essa é uma política adotada pela Academia Brasileira de Ciências. Temos a honra de ter uma presidente nessa instituição, é evidente que ainda existem desigualdades. Mas, de modo geral, a sociedade vem trabalhando para que elas sejam reduzidas”, argumenta.

 

A trajetória das duas pesquisadoras evidencia que, embora a participação feminina na ciência tenha avançado, a conquista de espaços de liderança e o reconhecimento profissional ainda são desafios. Entre as dificuldades que persistem e as oportunidades que vêm sendo ampliadas, suas experiências reforçam a importância de continuar promovendo a equidade de gênero na produção científica.

 

Essa nova edição também reúne pesquisadores de diferentes instituições de ensino e pesquisa, ampliando a representação da ciência produzida no Nordeste. Na Bahia, há cientistas vinculados a instituições públicas, como a Universidade Federal da Bahia (Ufba), a Universidade do Estado da Bahia (Uneb) e a Universidade Senai Cimatec, o que evidencia a diversidade da produção científica no estado.

 

O BN já havia entrevistado grande parte desses pesquisadores em uma edição anterior, destacando suas trajetórias e contribuições para a produção científica. Entre os nomes presentes nas relações de 2025 e 2026 estão pesquisadores vinculados à Ufba, à Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (Uesb) e à Universidade Estadual de Feira de Santana (Uefs).

 

Confira gráfico por instituição de ensino:

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Na maior federal do estado, aparecem novamente Mansueto Gomes-Neto, Federico Costa, André Rodrigues Durães, Luiza Amim Mercante, Daniel Véras Ribeiro e Franklin Riet-Correa. Na Uesb, permanecem Matheus Melo Pithon e Marcos Almeida Bezerra. Já na Uefs, o nome de Eraldo Medeiros Costa-Neto aparece nas relações.

 

Esse estudo busca identificar os cientistas com maior impacto global, considerando pesquisadores situados entre os 2% mais influentes de suas respectivas subáreas. A análise abrange 20 grandes áreas do conhecimento e 174 subdisciplinas.

 

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EDUCAÇÃO NO NORDESTE
O ranking apresenta dois recortes distintos: um considera o impacto acumulado ao longo da carreira acadêmica, enquanto o outro avalia o desempenho em um ano específico. Dessa forma, o levantamento permite observar tanto a influência científica construída ao longo do tempo quanto a repercussão mais recente dos trabalhos publicados.

 

Foto ilustração: Ronne Oliveira e Arianne Marins / Bahia Notícias 

 

Entre os mil pesquisadores mais bem posicionados no ranking global, a relação destaca dois vinculados a instituições nacionais: Rajender S. Varma, associado à Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), e Martinus Theodorus van Genuchten, pesquisador sênior na área de física do solo vinculado à Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Contudo, outros nomes figuraram posições de destaque para o Nordeste.

 

“Para mim, sempre é uma surpresa aparecer nessas listas”, conta ao BN Eraldo Costa, referência mundial em ecologia de recursos naturais, com pesquisas em áreas como a etnozoologia no interior do estado. Apesar de desenvolver trabalhos de ponta, o professor relata que precisa se desdobrar em diferentes funções, o que compromete o tempo dedicado à pesquisa.

 

“É uma surpresa, uma grande satisfação, mas também uma grande responsabilidade. O maior desafio é a questão dos recursos financeiros limitados. Ainda são necessários mais recursos do governo federal e do governo estadual. Eu destacaria também a dificuldade de infraestrutura e a necessidade constante de conciliar ensino, pesquisa, extensão e atividades administrativas”, afirma Eraldo Costa.

 

“Queria destacar que é importante uma retomada dos investimentos do estado em ciência e tecnologia. A gente acompanhou desde a fundação da Fapesb. Os recursos eram mais abundantes, não só em Salvador, mas também no interior, nas universidades estaduais e federais, e esses recursos vêm diminuindo bastante. O desenvolvimento não pode depender apenas de fundos federais”, alerta Milena Soares.

 

Para o professor Eraldo Costa, a Bahia reflete desigualdades que atingem o Nordeste como um todo. “A gente está na região Nordeste; essas dificuldades podem ser agravadas, por exemplo, pelas desigualdades históricas na distribuição de investimentos científicos. Então, a Bahia é preciosa em termos de biodiversidade, é rica em culturas humanas”, complementa.

 

Essas desigualdades começam ainda na graduação, etapa essencial para a maioria dos cientistas. De acordo com a 16ª edição do Mapa do Ensino Superior, publicada pelo Instituto Semesp em 2026, a Bahia ocupa a penúltima posição entre os estados brasileiros na proporção de jovens de 18 a 24 anos com formação no ensino superior. Segundo o levantamento, 13,47% dos jovens baianos possuem alguma formação nesse nível.

 

Veja em mapa no mapa nacional:

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O Nordeste é a região brasileira com a menor proporção de matrículas no ensino superior em 2024, tanto na modalidade presencial quanto na educação a distância (EAD). Apesar disso, as universidades continuam concentrando parte expressiva das matrículas.

 

'PODEMOS FAZER MAIS'
Para o veterinário e professor Franklin Riet Correa, de origem uruguaia, a experiência no Nordeste foi fundamental para sua formação como cientista. Segundo ele, a região sofre um apagamento social, mas possui um povo fascinado pela curiosidade científica.

 

Ao BN o cientista narra que, desde que chegou à Paraíba, passou a trabalhar diretamente com produtores rurais e estudantes, incorporando à sua trajetória o conhecimento adquirido no contato com a realidade local.

 

“Eu cheguei do Uruguai e caí na Paraíba em 2002. Nunca aprendi tanto na minha vida quanto na Paraíba. Trabalhava com produtores que não sabiam ler ou escrever, mas falava com eles e aprendia com eles. Nunca aprendi tanto quanto com meus alunos e produtores, porque, como cientista, aprendi a realidade do país, aprendi aqui no Nordeste”, narra.

 

Foto ilustração: Ronne Oliveira e Arianne Marins / Bahia Notícias 

 

Pesquisador de doenças parasitárias em animais e dos efeitos de plantas tóxicas sobre os rebanhos na Bahia entre os mais citados do mundo, ele destaca a importância da troca de experiências entre a ciência e quem vive no campo. "A universidade tem que olhar para o interior do estado, falar com os produtores e com as pessoas. Trabalhar d everdade ensino, pesquisa e extrensão".

 

No cenário estadual, 78,9% das matrículas estão na rede privada baiana, com predominância de faculdades, instituições que, em geral, têm menor participação na produção científica quando comparadas às universidades.

 

“É muito difícil fazer ciência em instituições privadas. Pelo que conheço na área de veterinária, essas instituições contratam professores para dar aula, e ponto. A maioria não está preocupada com isso, há exceções, com algumas privadas. A maior parte da produção científica está nas públicas. Mas, mesmo que as universidades públicas sejam melhores que as privadas, têm muitíssimo que melhorar”, afirma o especialista Franklin Riet-Correa.

 

O Mapa do Ensino Superior 2026 também aponta diferenças na distribuição das instituições por categoria administrativa. Entre as faculdades, predominam as privadas: são 1.745, contra 152 públicas, o equivalente a cerca de 11,5 instituições privadas para cada pública. Já entre as universidades, a distribuição é mais equilibrada, com 116 instituições públicas e 90 privadas, segundo dados do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep).

 

Apesar da predominância numérica das instituições privadas, estudos bibliométricos baseados em bases como a Web of Science, da Clarivate Analytics, indicam que as instituições públicas concentram a maior parte da produção científica brasileira.

 

Estimativas frequentemente citadas atribuem a esse segmento entre 90% e 95% das pesquisas nacionais, enquanto a participação das instituições privadas seria inferior a 10%. Essa diferença evidencia que a quantidade de instituições não corresponde necessariamente à sua contribuição para a pesquisa científica.

 

Foto ilustração: Ronne Oliveira e Arianne Marins / Bahia Notícias 

 

Entre as instituições privadas com atuação em pesquisa e inovação está a universidade Senai Cimatec. “Isso é uma realidade. O Senai Cimatec não pretende ser uma grande universidade como são as públicas, mas pretende ser focado em tecnologia. Na área da saúde, trabalhamos com parcerias, seja com a Ufba ou com a Fiocruz na Bahia”, acrescenta Milena Soares.

 

Essas parcerias representam uma forma de diferentes setores da sociedade se comprometerem com o desenvolvimento da ciência de ponta. Ainda assim, o Estado continua sendo o principal agente de financiamento da ciência e da tecnologia. É o que apontam estudos recentes da Organização para a Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e da economista Mariana Mazzucato.

 

No Brasil, houve uma retomada dos investimentos em ciência e tecnologia durante o último governo Lula. Confira em dados:

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METODOLOGIA DA LISTA
O levantamento se diferencia por priorizar o impacto das citações científicas, representado pelo chamado índice c, em vez de considerar apenas o volume de publicações. O cálculo reúne variáveis como a posição do autor no trabalho (primeiro autor, autor único ou último autor), o índice H, a coautoria e ajustes relacionados às autocitações.

 

Dentro da base de dados é possível realizar recortes distintos para avaliar o impacto ao longo da carreira acadêmica e o desempenho em um ano recente, reforçando a projeção internacional da produção científica desenvolvida por pesquisadores brasileiros.

 

Escola de Educação na Universidade Stanford | Foto ilustrativa: Reprodução / Google Street View

 

A base utiliza dados da Scopus até agosto de 2026, com métricas de citação consolidadas até o final de 2025. Sendo assim, funciona como um indicador do alcance internacional da pesquisa científica e permite observar a contribuição de universidades e centros de pesquisa brasileiros para o avanço do conhecimento em diferentes áreas.

 

Vale ressaltar que os dados utilizados nesta matéria não foram produzidos pelo BN. A classificação e a metodologia do levantamento foram fornecidas ao portal, que permanece aberto a manifestações, esclarecimentos por parte dos pesquisadores e das instituições de ensino e pesquisa mencionados.