Grupo acusado de furto qualificado e estelionato é preso em operação policial em Senhor do Bonfim
Imagem ilustrativa: Divulgação / Ascom PC-BA

Cinco pessoas foram presas na Operação Credinimigo, deflagrada pela Polícia Civil da Bahia nesta quarta-feira (20), que investiga a prática de furtos qualificados e estelionatos em organização criminosa no município de Senhor do Bonfim, no interior baiano. A polícia estima que mais de 100 pessoas foram lesadas através de fraudes em concessões de crédito. 

 

De acordo com as investigações, a organização criminosa se utilizava de acessos facilitados ao sistema de concessão de crédito através de uma empresa correspondente bancária regular para burlar o sistema e solicitar microcréditos em nome de pessoas comuns. 

 

Essa modalidade, que é concedida apenas por instituição bancária estatal, tinha os valores liberados e eram creditados em contas criadas de forma fraudulentas em nome de laranjas. Após o crédito, os valores eram transferidos para outras contas regulares. 

 

Uma das suspeitas, apontada como uma das lideranças do grupo, possuía benefícios e acessos suficientes para a avaliação de clientes e concessão desses créditos junto à instituição bancária oficial, na modalidade de concessão de microcrédito. Os demais suspeitos, passaram a atuar com a captação de clientela e a simulação de concessão de empréstimos na modalidade "Crediamigo".

 

Os valores envolvidos nas transações fraudulentas chegam a R$ 1,5 milhão. A Polícia Civil informou que a principal suspeita de participação no esquema foi presa na cidade de Juazeiro, enquanto aguardava a abertura de agência bancária para efetuar outras operações. Uma outra investigada estava na cidade pernambucana de Petrolina. Os outros investigados que tiveram mandados de prisão cumpridos, foram localizados na cidade de Senhor do Bonfim. 

 

Além das prisões, foram cumpridos cinco mandados de busca e apreensão, com o confisco de 6 aparelhos celulares, uma motocicleta avaliada em R$ 30 mil e um imóvel, que foi objeto de bloqueio legal, tinha o valor avaliado em R$ 500 mil. Os suspeitos foram encaminhados ao Conjunto Penal de Juazeiro, logo após o cumprimento dos mandados, e permanecerão à disposição da Justiça Criminal.

Advogada e influencer Deolane Bezerra é presa em operação contra o PCC em São Paulo
Foto: Reprodução / Redes sociais

Uma operação do Ministério Público de São Paulo (MP-SP) e da Polícia Civil contra lavagem de dinheiro do Primeiro Comando da Capital (PCC) prendeu, na manhã desta quinta-feira (21), a influenciadora digital e advogada Deolane Bezerra.

 

Segundo o g1, também foi cumprido um mandado de prisão contra Marco Herbas Camacho (Marcola), considerado o o chefe da facção, que já está preso, além de parentes dele. Everton de Souza (vulgo Player), indicado como operador financeiro da organização, também foi preso. 

 

Segundo a investigação, o esquema de lavagem envolve uma transportadora de cargas com sede em Presidente Venceslau (SP), controlada pela cúpula da facção criminosa, considerada a maior do país. Deolane Bezerra passou as últimas semanas em Roma, na Itália, mas ela retornou ao Brasil na quarta-feira (20). Os agentes cumprem mandados de busca e apreensão na casa dela, em Barueri, e em outros endereços ligados a ela.

 

Outros alvos da Operação Vérnix incluem o irmão de Marcola, Alejandro Camacho, e dois sobrinhos dele, Paloma Sanches Herbas Camacho e Leonardo Alexsander Ribeiro Herbas Camacho. No total, são seis mandados de prisão preventiva, além de ordens de busca e apreensão.

 

LIGAÇÃO COM PCC 
Conforme uma reportagem do g1, a ação desta quinta é fruto de uma investigação iniciada em 2019 com a apreensão pela Polícia Penal de bilhetes e manuscritos com dois presos na Penitenciária II de Presidente Venceslau. O material deu origem a três inquéritos policiais sucessivos, cada um responsável por revelar uma nova camada da estrutura criminosa investigada.

 

O primeiro inquérito teve como foco direto os dois presos que estavam com os manuscritos. O material apreendido permitiu a identificação de referências a ordens internas da facção, contatos com integrantes de elevada posição hierárquica e menções a ações violentas contra servidores públicos. Esses dois indiciados foram condenados e inseridos no sistema penitenciário federal.

 

Entre os trechos analisados, uma citação a uma “mulher da transportadora”, que teria levantado endereços de agentes públicos para subsidiar ataques planejados pela organização criminosa, chamou a atenção dos investigadores. Essa referência deu origem ao segundo inquérito policial, que buscou identificar quem seria a mulher mencionada nos bilhetes e qual seria a relação da transportadora de cargas com o grupo criminoso.


As diligências conduziram a uma empresa sediada em Presidente Venceslau, posteriormente reconhecida como empresa de fachada usada pelo crime organizado para lavagem de dinheiro. A investigação deu origem à Operação Lado a Lado, que em 2021 revelou movimentações financeiras incompatíveis, crescimento patrimonial sem lastro econômico suficiente e a utilização da transportadora como verdadeiro braço financeiro da facção.

 

Nesta operação, a apreensão do celular de Ciro Cesar Lemos, suspeito indicado como operador central do esquema, trouxe para o MP e para a Polícia Civil ainda mais informações sobre a dinâmica de lavagem de dinheiro por meio da empresa de fachada Lado a Lado Transportes (ou Lopes Lemos Transportes). No dispositivo foram encontradas imagens dos depósitos que favoreciam contas de Deolane Bezerra Santos e Everton De Souza. Ciro Lemos está foragido, assim como a esposa.

 

Ao decretar as prisões, a Justiça de São Paulo entendeu que provas do crime e indícios fortes de autoria contra todos os investigados, incluindo movimentações financeiras suspeitas e vínculos diretos com a organização criminosa, e que a prisão era necessária para a garantia da ordem pública porque os investigados continuavam operando esquema criminoso, inclusive de dentro da prisão, representando risco real de destruição de provas e interferência na investigação. (Reportagem atualiza às 07h11)

 

Polícia Federal rejeita proposta de delação premiada de Vorcaro
Foto: Reprodução / Redes sociais

A Polícia Federal rejeitou, nesta quarta-feira (20), a proposta de delação premiada do banqueiro Daniel Vorcaro. A decisão foi comunicada aos advogados do banqueiro e ao ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) André Mendonça, relator do caso Master.

 

Segundo o g1, o acordo estava sendo negociado pela defesa de Vorcaro junto a PF e a Procuradoria-Geral da República (PGR) conjuntamente. Após a rejeição na Polícia Federal, a proposta ainda pode ser analisada individualmente pela Procuradoria. 

 

Segundo investigadores, o material apresentado pela defesa acrescentava pouco em relação ao que já foi levantado pela PF e que a impressão é que Vorcaro agia para proteger pessoas próximas.

 

A Polícia Federal apreendeu, no âmbito da Operação Compliance Zero, mais de oito celulares de Daniel Vorcaro e, até o momento, a perícia de parte deles já revelou desdobramentos importantes de um esquema de fraudes financeiras, envolvendo corrupção, organização criminosa e uso de uma milícia privada para atacar adversários e acessar dados sigilosos.

 

VORCARO NA PF 
Após pedido da Polícia Federal, Daniel Vorcaro foi transferido, nesta terça-feira (19), para uma cela comum na Superintendência da Polícia Federal em Brasília. Até então, ele estava em uma sala com estilo de "sala de Estado-maior", mesmo espaço usado para prender o ex-presidente Jair Bolsonaro, entre novembro de 2025 e janeiro deste ano.

 

Em uma cela comum, o acusado ficará submetido às regras internas da PF para, por exemplo, receber visitas dos advogados.


 

PF realiza operação contra suposto desvio de recursos da merenda escolar em Ilhéus
Foto: Divulgação / Polícia Federal

A Polícia Federal (PF), com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU), deflagrou nesta quinta-feira (21) a Operação Merenda Digna, que apura possíveis irregularidades na aplicação de recursos públicos destinados à alimentação escolar de Ilhéus, no Litoral Sul.

 

Foto: Divulgação / Polícia Federal

 

Ao todo, estão sendo cumpridos 14 mandados de busca e apreensão em órgãos públicos, residências de servidores e empresários, além das sedes de empresas investigadas. Além de Ilhéus, as diligências ocorrem em Itagimirim, na Costa do Descobrimento; e em Camaçari e Lauro de Freitas, na Região Metropolitana de Salvador (RMS).

 

Segundo a PF, as investigações tiveram início em 2025 e apuram supostas irregularidades em uma contratação emergencial para fornecimento de gêneros alimentícios destinados à merenda escolar. O contrato investigado tem valor aproximado de R$ 15,5 milhões.

 

As apurações apontam indícios de direcionamento na contratação, possível conluio entre empresas participantes e sobrepreço estimado em mais de R$ 1,7 milhão. De acordo com os investigadores, diversos itens adquiridos pelo município teriam sido contratados por valores superiores aos praticados no mercado varejista, embora compras em larga escala normalmente resultem em preços menores.

 

A decisão que autorizou o cumprimento dos mandados foi expedida pela 1ª Vara Criminal da Comarca de Ilhéus, após representação da PF e manifestação favorável do Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA).

 

Os investigados poderão responder, conforme o avanço das apurações, pelos crimes de contratação direta ilegal, frustração do caráter competitivo de processo licitatório, associação criminosa, corrupção passiva e corrupção ativa.

 

Congresso deve derrubar veto de Lula e liberar verba proibida por lei a municípios antes da eleição
Foto: Valter Campanato / Agência Brasil

O Congresso deve derrubar nesta quinta-feira (21) vetos de Lula a pontos da LDO (Lei de Diretrizes Orçamentárias) e liberar a doação de bens, valores ou benefícios pela administração pública durante o período eleitoral, prática que é vedada pela legislação eleitoral.
 

A liberação de doações beneficia municípios no geral e abre brechas para o pagamento de emendas parlamentares não impositivas, que são alvos de restrições durante o período de campanha. Além disso, críticos ao projeto avaliam que o texto é genérico e não define os tipos de doações permitidas.
 

O texto estabelece que deve haver apenas uma contrapartida por parte dos municípios, que pode ser por meio de outra doação ou do compromisso com um projeto em específico.
 

Além disso, os parlamentares planejam permitir que municípios de até 65 mil habitantes possam receber transferências da União mesmo estando endividados, o que também é proibido pela Lei de Responsabilidade Fiscal.
 

As medidas que beneficiam prefeituras e afrouxam a legislação serão votadas na mesma semana da Marcha a Brasília em Defesa dos Municípios, momento em que prefeitos têm mais acesso e exercem pressão sobre os parlamentares.
 

Trata-se de um evento anual no qual prefeitos fazem um tour por Brasília para cobrar, principalmente, o envio de recursos para suas cidades.
 

Os vetos parciais à LDO foram feitos por Lula (PT) e serão analisados em sessão conjunta do Congresso Nacional, presidida por Davi Alcolumbre (União Brasil-AP). No total, serão analisados quatro trechos vetados.
 

Os congressistas também devem retomar dispositivos que permitem o envio de recursos pela União para construção e manutenção de rodovias estaduais e municipais, desde que sejam destinadas à integração de modais de transporte ou ao escoamento produtivo, e relativas à malha hidroviária.
 

Ao vetar o trecho, a Presidência argumentou que a medida contraria o interesse público e poderia "descaracterizar a finalidade dos programas e ações orçamentárias".
 

Sob reserva, parlamentares dizem que Alcolumbre decidiu pautar a sessão do Congresso para esta semana para coincidir com a marcha e fazer um aceno aos prefeitos.
 

Líderes partidários avaliam que os vetos serão derrubados para contemplar interesses eleitorais dos partidos, já que os candidatos na eleição de outubro precisam do apoio dos prefeitos em seus redutos políticos.
 

O governo não vai orientar pela manutenção de nenhum dos trechos vetados. Nos três relacionados a municípios, há acordo pela derrubada. Sobre a questão das doações em período eleitoral, não há acordo, e dessa forma o Planalto deve liberar a base na votação.
 

 

 

Ex-candidato a vereador é encontrado morto dentro de carro em distrito de Porto Seguro
Foto: Reprodução / Radar News

O eletricista e ex-candidato a vereador de Porto Seguro, na Costa do Descobrimento, Edmundo de Jesus Bento, de 56 anos, foi encontrado morto no distrito de Trancoso. O corpo da vítima, conhecida como “Edmundo Folgado”, estava dentro de um veículo Renault Sandero, e apresentava diversas perfurações provocadas por disparos de arma de fogo.

 

Segundo o Radar News, parceiro do Bahia Notícias, uma equipe do Samu chegou a ser acionada, mas a vítima já estava sem sinais de vida. O fato ocorreu na última terça-feira (19).

 

Edmundo Folgado disputou uma vaga na Câmara Municipal de Porto Seguro na última eleição, em 2024, pelo Partido Progressistas (PP). Segundo informações preliminares, ele vinha relatando ameaças de morte antes do crime.

 

Durante a perícia, a Polícia Técnica recolheu cinco projéteis e dois estojos deflagrados de calibre 9 milímetros. Investigadores também identificaram câmeras de videomonitoramento instaladas na região, porém os equipamentos não estavam em funcionamento no momento do homicídio.

 

A polícia informou que pretende buscar imagens de outras câmeras próximas ao local para auxiliar na identificação dos autores e na apuração das circunstâncias do crime. O caso será investigado delegacia de Porto Seguro. 

 

Prefeitura de Ilhéus afirma colaborar com operação e diz que denúncia tem motivação política
Foto: Divulgação / Polícia Federal

A prefeitura de Ilhéus, no Litoral Sul, divulgou nota nesta quinta-feira (21) para se posicionar sobre a Operação Merenda Digna, deflagrada pela Polícia Federal (PF) com apoio da Controladoria-Geral da União (CGU). A ação apura supostas irregularidades na aplicação de recursos destinados à merenda escolar no município.

 

No comunicado, a administração municipal afirma que a atual gestão atua com base nos princípios da transparência, legalidade e responsabilidade na aplicação dos recursos públicos.

 

Segundo a prefeitura, a alimentação escolar é tratada como prioridade e segue os controles exigidos pelos órgãos de fiscalização. A gestão municipal informou ainda que a investigação teve origem em uma denúncia apresentada à 1ª Vara Criminal de Ilhéus e declarou entender que a acusação tem motivação política.

 

“A referida operação teve origem em uma denúncia formalizada na 1ª Vara Criminal de Ilhéus. A Prefeitura, ao tomar conhecimento do feito, manifesta que referida denúncia possui, claramente, cunho político, utilizando-se do aparato investigativo contra uma gestão séria e comprometida com a população”, afirmou a gestão na nota.

 

A administração municipal disse ainda que desde o primeiro momento colabora integralmente com as investigações, fornecendo todos os documentos, informações e esclarecimentos solicitados pelas autoridades competentes. “Essa colaboração continuará sendo prestada de forma irrestrita, certa de que, ao final do processo, a verdade prevalecerá”, acrescentou.

 

A prefeitura afirmou também que “os documentos oficiais da administração vão comprovar, de forma inequívoca, que a denúncia não possui qualquer fundamento. Todo o processo licitatório, a execução dos contratos e a prestação de contas referentes à merenda escolar seguem estritamente a legislação vigente e os ditames dos órgãos de controle interno e externo”, informou.

 

Ao final, a administração de Ilhéus pontuou que “confia plenamente na Justiça e acredita que, após a devida apuração, ficará demonstrada a lisura de todos os atos praticados. Ao denunciante, restará a lei no sentido punitivo, mas também a que resguarda a honra de uma administração séria, honesta e comprometida com as crianças e jovens da rede municipal de ensino. Temos compromisso com a verdade, transparência e legalidade”, finalizou.

 

Polícia Civil registra queda de 40% dos roubos de veículos em Salvador e na Região Metropolitana
Foto: Divulgação / Polícia Civil da Bahia

A Polícia Civil registrou uma redução de 40% no número de roubos a veículos em Salvador e na Região Metropolitana (RMS). O percentual se refere às datas de 1 de janeiro a 14 de maio comparadas com o mesmo período do ano passado.

 

A capital baiana registrou 820 roubos a veículos até maio deste ano. Foram 718 roubos a menos do que em 2025, quando foram registradas 1.538 ocorrências do tipo, representando uma diminuição de 46,7%. Já na RMS, 696 roubos foram contabilizados em 2026, contra 962 no ano anterior.

 

Somente no comparativo dos 14 primeiros dias de maio, entre 2025 e 2026, a redução média fica em 41,5%, sendo 42% em Salvador e 40,8% na RMS.

 

Comandante do Batalhão Apolo da Polícia Militar, o tenente-coronel Edmundo Assemany atribui o dado ao trabalho guiado pelas ferramentas de inteligência. “O uso da tecnologia, como as câmeras de Reconhecimento de Placa, ajuda a localizar, desde as quadrilhas criminosas responsáveis por esses roubos, até os receptadores”, explicou.

 

Já o delegado Leandro Acácio, titular da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos de Veículos (DRFRV), ressalta a importância da integração e estratégia. “É a união de esforços que traz esses resultados muito positivos, além da atuação estratégica, em que realizamos diversas operações contra toda a estrutura envolvida nesse tipo de crime”, pontuou.

 

“Operação Khalas”: Servidor estadual é preso em investigação de esquema de sonegação fiscal na Bahia 
Foto: Reprodução / MP-BA

Um servidor público estadual e outras duas pessoas foram presas preventivamente, na manhã desta quinta-feira (21), durante a deflagração da ‘Operação Khalas’, de combate a um esquema de sonegação fiscal na Bahia. Segundo o Ministério Público da Bahia (MP-BA), foram cumpridos treze mandados de busca e apreensão nas cidades de Salvador, Feira de Santana, Camaçari e Candeias.

 

A ação resulta de investigações de uma macroestrutura criminosa responsável por um esquema sistêmico de corrupção e crimes tributários no setor de combustíveis. Dois servidores públicos municipais de Candeias foram afastados das funções. 

 

As investigações do MP-BA, da Polícia Civil e da Secretaria da Fazenda (Sefaz) identificaram que o grupo criminoso utilizava o pagamento de vantagens indevidas a servidores públicos estaduais e municipais para obter proteção e facilidades ilegais. O esquema visava ocultar a importação de insumos, como nafta e solventes químicos, que eram desviados para unidades de mistura clandestinas, conhecidas como "batedeiras". 

 


Foto: Reprodução / MP-BA 

 

FORÇA TAREFA
A ‘Operação Khalas’ é  um desdobramento das apurações decorrentes da ‘Operação Primus’, deflagrada em 16 de outubro de 2025, e visa desarticular o núcleo operacional e financeiro da organização. 

 

As ações são coordenadas pelo Ministério Público da Bahia, por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate à Sonegação Fiscal (Gaesf), em conjunto com a Inspetoria Fazendária (Infip/Sefaz) e Polícia Civil, por meio do Núcleo Especializado no combate aos Crimes Econômicos e contra a Ordem Tributária (Neccot/Draco). 

 

Suspeito de matar adolescente desaparecida na RMS é preso no Rio de Janeiro
Imagem Ilustrativa: Divulgação / Ascom PC-BA

Um homem, de 25 anos, foi preso pela Polícia Civil da Bahia, nesta quarta-feira (21), no município de Macaé, no Rio de Janeiro. Ele é investigado pelo homicídio de Thaila Lima da Cruz, de 17 anos, desaparecida desde 2025 no município de Candeias, na região metropolitana de Salvador. 

 

Segundo as investigações conduzidas pela Delegacia Territorial de Candeias, a adolescente saiu de casa para encontrar o ex-namorado em 28 de novembro, e não retornou. O desaparecimento foi registrado por familiares no dia seguinte.

 

O ex-namorado da vítima é o principal suspeito do crime. De acordo com os levantamentos policiais, ele fugiu para o estado do Rio de Janeiro após o homicídio. Durante a prisão realizada nesta quarta-feira (21), foram apreendidos dois aparelhos celulares, sendo um da adolescente e outro do investigado.

 

A ação foi realizada durante operação conduzida pelo Departamento de Polícia Metropolitana (DEPOM), com apoio da Polícia Civil do Rio de Janeiro. O material apreendido será submetido à análise pericial, que poderá auxiliar no esclarecimento das circunstâncias do crime e na localização do corpo da adolescente.