Três são condenados a mais de 30 anos de prisão por morte da cantora Sara Freitas
Foto: Reprodução / TV Bahia

O Tribunal do Júri de Dias D’Ávila condenou nesta quarta-feira (25), três acusados pela morte da cantora gospel Sara Freitas, assassinada em 24 de outubro de 2023, na entrada do povoado Leandrinho. 

 

O julgamento popular, ocorrido no Fórum Criminal do município, resultou na condenação de Ederlan Santos Mariano, Weslen Pablo Correia de Jesus e Victor Gabriel Oliveira Neves por feminicídio e circunstâncias agravantes reconhecidas pelos jurados.

 

Os réus foram condenados por feminicídio qualificado por motivo torpe — mediante pagamento e promessa de recompensa —, cometido com emprego de meio cruel e com recurso que dificultou a defesa da vítima. 

 

As penas fixadas foram de 34 anos e cinco meses de prisão para Ederlan Santos Mariano; 33 anos e dois meses para Victor Gabriel Oliveira Neves; e 28 anos e seis meses para Weslen Pablo Correia de Jesus. No caso de Weslen, houve redução da pena em razão da confissão apresentada durante o julgamento. Os jurados acataram a acusação do MP-BA, sustentada pelos promotores de Justiça Audo Rodrigues, Hortênsia Leão, Mirella Brito e Tiago Quadros. 

 

Segundo a denúncia, Sara Freitas foi atraída sob o falso pretexto de participar de um evento religioso. A investigação apontou que ela foi assassinada com 22 golpes de faca e teve o corpo ocultado e queimado posteriormente, em uma tentativa de dificultar a elucidação do crime. Conforme sustentado pelo Ministério Público em plenário, os acusados agiram de forma organizada e com divisão de tarefas, motivados por promessa de recompensa financeira e interesses relacionados à carreira artística de um dos envolvidos.

 


Foto: Reprodução / Facebook

 

Entre os condenados está o viúvo da cantora, Ederlan Santos Mariano, apontado como mentor do crime. Ele, Weslen Pablo Correia de Jesus e Victor Gabriel Oliveira Neves também responderam por ocultação de cadáver e associação criminosa no contexto da execução.

 

O caso já havia resultado anteriormente na condenação de um quarto denunciado. Em 16 de abril deste ano, o Tribunal do Júri condenou Gideão Duarte de Lima a 20 anos, 4 meses e 20 dias de prisão por homicídio qualificado, ocultação de cadáver e associação criminosa. Segundo a acusação, ele foi responsável por atrair a vítima até o local onde ocorreu a emboscada.


 

Coach esportivo é morto a tiros no bairro de Stella Maris, em Salvador
Foto: Reprodução / Alô Juca

Um homem identificado como Beto Cunha foi morto a tiros no final da tarde desta quarta-feira (25), no bairro de Stella Maris, em Salvador. O crime ocorreu na Alameda Dilson Jatahy Fonseca, uma das mais movimentadas da região.

 

Segundo informações da polícia, testemunhas relataram que a vítima pode ter sido alvo de um latrocínio — roubo seguido de morte. A motivação, no entanto, ainda será confirmada após a conclusão das investigações.

 


Beto Cunha | Foto: Reprodução / Instagram

 

De acordo com o site Alô Juca, o homem teria sido abordado por um suspeito que utilizava uma sacola de entregas do iFood, possivelmente como forma de disfarce. Durante a ação, pertences da vítima foram levados.

 

Equipes policiais estiveram no local para realizar os primeiros levantamentos. A apuração deve contar com a análise de imagens de câmeras de segurança da região para tentar identificar o autor do crime.

 

Investigado no caso Master e na Carbono Oculto, fundador da Reag discute delação com o Ministério Público
Foto: Reprodução / LinkedIn

Um dos alvos das investigações relacionadas ao Banco Master, o empresário João Carlos Mansur decidiu fazer uma delação premiada e negocia os termos do acordo de colaboração desde o fim do ano passado. Ele procurou o Ministério Público de São Paulo em novembro e iniciou tratativas para delatar no âmbito das investigações da Operação Carbono Oculto, que apura a infiltração do PCC (Primeiro Comando da Capital) em atividades da economia formal.
 

Mansur era dono da Reag, gestora de fundos de investimento que foi alvo da operação em agosto do ano passado. Depois, com o avanço das investigações do caso Master, ele também entrou no radar das apurações relacionadas a Daniel Vorcaro.
 

O advogado de Mansur é José Luís Oliveira Lima, conhecido como Juca, o mesmo contratado por Vorcaro para negociar a sua delação premiada há cerca de duas semanas. Isso faz com que, nos bastidores, autoridades digam acreditar em uma delação em conjunto dos dois, a ser negociada com a PGR (Procuradoria-Geral da República) e a Polícia Federal.
 

Caso os dois mantenham relatos semelhantes, no mesmo sentido, não haveria conflito. Cada um assinaria o próprio termo de colaboração.
 

A opção por uma delação conjunta não é formal, mas combinada entre as defesas. Eles não podem se contradizer e precisam apresentar a mesma história às autoridades e se complementarem. Por outro lado, o tamanho dos benefícios vai depender do quanto cada um entrega em informações e provas e da gravidade dos crimes imputados a cada um.
 

Mansur começou a negociar uma delação antes de Vorcaro ser preso, em 17 de novembro. Quando o ex-banqueiro foi detido, os investigadores da Carbono Oculto informaram as equipes do caso Master sobre a possibilidade de que eventual acordo de delação com o dono da Reag poderia citar os mesmos alvos.
 

A Carbono Oculto apura fraudes, sonegação e lavagem de dinheiro em postos de combustíveis em um esquema que envolve recursos do PCC. A Reag, segundo os investigadores, abrigaria fundos que foram usados para esquentar o dinheiro de atividades criminosas além de ocultar os verdadeiros donos.
 

A gestora tinha R$ 352 bilhões sob administração em novembro do ano passado, segundo dados da Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais).
 

Segundo três pessoas com conhecimento das investigações, Mansur apresentou uma proposta de colaboração ao Ministério Público Federal em São Paulo, que não avançou.
 

A defesa de Mansur procurou integrantes da Procuradoria da República que atuaram ou auxiliaram nas apurações da Quasar, operação relacionada a alvos similares aos da Carbono Oculto, mas as discussões foram encerradas ainda em estágio inicial.
 

Em novembro do ano passado, a defesa também ofereceu uma sugestão de acordo ao Ministério Público do Estado de São Paulo, que, por sua vez, levou à frente as discussões a respeito da colaboração. Esse acordo ainda não foi fechado.
 

A delação ser feita em âmbito estadual indica que não haveria políticos ou pessoas mencionadas com foro especial federal -como deputados federais ou senadores. Além disso, o dinheiro a ser devolvido por meio da negociação também iria para o estado de São Paulo, por desvios de recursos locais.
 

A Reag era uma das maiores gestoras independentes -ou seja, sem ligação com um banco--do país. Mansur deixou o cargo de presidente do Conselho de Administração em setembro de 2025 para conter a crise criada pela Carbono Oculto.
 

Em diversas ocasiões, o empresário negou que houvesse irregularidades no funcionamento da Reag e, em depoimento neste mês à CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) do Crime Organizado, ele disse que a empresa tinha um compliance forte e foi penalizada por ser "grande e independente".
 

Para a homologação de um acordo, é preciso admitir crimes e apresentar provas que corroborem a narrativa apresentada aos investigadores.
 

A Carbono Oculto foi deflagrada em agosto do ano passado junto a outras duas operações que envolviam a PF: a Tank, no Paraná, e a Quasar, em São Paulo, que trata de uso de fundos de investimentos em suspeitas de lavagem de dinheiro e gestão fraudulenta de instituições financeiras.
 

Em janeiro, Mansur foi um dos alvos da segunda fase da operação Compliance Zero, que apurou a atuação de fundos de investimentos que teriam sido usados para inflar o patrimônio do Master.
 

O caso está sob a responsabilidade da PGR e é supervisionado pelo STF (Supremo Tribunal Federal), em Brasília.
 

Logo depois da segunda fase da Compliance Zero, o Banco Central decretou a liquidação da Reag por "comprometimento da situação econômico-financeira da corretora, bem como por graves violações às normas que regem as atividades das instituições integrantes do SFN [sistema financeiro nacional]".
 

Além de Mansur, as principais delações da Carbono Oculto, que também ainda não foram fechadas, podem ser as dos empresários foragidos Roberto Augusto Leme da Silva, conhecido como Beto Louco, e Mohamad Hussein Mourad, o Primo.
 

Procurada, a assessoria de imprensa da Reag afirmou que não irá se manifestar sobre a tentativa de colaboração. Também procurado por mensagens na manhã desta quarta-feira (25), o advogado de João Carlos Mansur não se manifestou.
 

Nesta quarta, outro investigado no caso Master trocou de advogados para tentar fechar acordo de delação: Fabiano Zettel, cunhado de Vorcaro. Ele é suspeito de ser um dos operadores financeiros do ex-dono do banco.
 

Zettel será agora defendido por Celso Vilardi. Ele capitaneou a defesa de Jair Bolsonaro na trama golpista, enquanto Juca liderou a do general Braga Netto. Na ocasião, ambos chegaram a debater teses de defesa para o processo em conjunto em algumas ocasiões.
 

As investigações da Carbono Oculto apontaram suspeitas de que a Reag foi implicada em um esquema criminoso para ocultação de lucros ilícitos por meio de veículos de investimento há muito utilizados pela elite brasileira devido à sua discrição e isenções fiscais.
 

Segundo as autoridades, o esquema investigado envolveu a lavagem de quase US$ 10 bilhões, atribuída a um dos maiores grupos criminosos do país. O dinheiro teria sido mascarado por meio de fundos de investimento com um único cotista, conhecidos como fundos exclusivos, descritos pelos investigadores como possíveis "fundos de fachada".
 

Como mostrou a Folha de S. Paulo, um relatório do BC enviado ao TCU (Tribunal de Contas da União) apontou indícios de fraude em operações financeiras realizadas pelo Master em conjunto com fundos administrados pela Reag Trust Distribuidora de Títulos e Valores Mobiliários.
 

De acordo com o documento, as transações suspeitas somariam R$ 11,5 bilhões e foram consideradas pelo BC como portadoras de "falhas graves", em desacordo com normas do sistema financeiro nacional. O órgão regulador comunicou o caso ao Ministério Público Federal.


 

Cacá Leão assume comando do PP na Bahia e indica Zé Cocá para compor a chapa de ACM Neto
Foto: Divulgação

O Progressistas tem um novo presidente estadual na Bahia: o ex-deputado federal e atual secretário de Governo de Salvador, Cacá Leão, assume o comando da sigla nesta quinta-feira (26). O político terá a missão de conduzir os rumos do PP baiano nas eleições de 2026 e reforçou o desejo de ter o prefeito de Jequié, Zé Cocá, na chapa de oposição.

 

“Assumo com honra a responsabilidade de conduzir um partido que construiu minha trajetória. Agradeço a confiança do presidente nacional, senador Ciro Nogueira, dos deputados federais Cláudio Cajado e João Leão, deputados estaduais, prefeitos, vereadores e do nosso secretário geral Jabes Ribeiro”, declarou.

 

O novo presidente reforçou o posicionamento de oposição ao atual governo estadual e expressou seu desejo de ter Zé Cocá como pré-candidato a vice-governador na chapa liderada por ACM Neto. “Ao lado do União Brasil, por meio da Federação União Progressista, teremos a missão de reconstruir o protagonismo da Bahia nas próximas eleições e Zé trará esse peso político para a disputa”, disse.

 

“Vamos eleger uma bancada forte na Câmara Federal, na Assembleia Legislativa e, sem dúvidas, trabalhar com muita dedicação para atender aos anseios da população baiana, que clama por mudanças”, completou Cacá.

 

O partido era presidido na Bahia, até então, pelo deputado federal Mário Negromonte Júnior. Cacá parabenizou o correligionário pela condução da sigla nos últimos anos e destacou a contribuição de todos os ex-presidentes estaduais para a consolidação do PP.

 

Cacá Leão vai deixar a Secretaria de Governo em abril para disputar uma vaga na Câmara dos Deputados. Ele também preside o PP Salvador, foi deputado federal por dois mandatos (2015-2023) e deputado estadual (2010-2014).

 

Polícia Militar realiza 3ª edição da Operação Força Total na Bahia
Imagem ilustrativa | Foto: Ednei Dantas / PM-BA

A Polícia Militar da Bahia (PM-BA) realiza, nesta quinta-feira (26), a terceira edição da Operação Força Total em 2026, com reforço do policiamento em todo o estado, a partir de critérios técnicos e análise do cenário de segurança.

 

A mobilização ocorre de forma integrada em todos os estados da federação, ampliando a presença ostensiva em áreas previamente definidas, com foco na prevenção e na repressão qualificada à criminalidade.

 

O planejamento da operação prioriza pontos estratégicos, com atuação orientada para ampliar a capacidade de resposta das equipes, coibir práticas delituosas e retirar de circulação armas de fogo e outros ilícitos.

 

As ações incluem intensificação de abordagens, ocupação de espaços sensíveis e atuação coordenada entre unidades operacionais, com emprego racional do efetivo e foco em resultados concretos.

 

Polícia prende dois irmãos suspeitos de roubos na Orla de Salvador
Foto: Ascom PC

A Polícia Civil cumpriu mandados de prisão contra dois homens, nesta quinta-feira (26), suspeitos de roubos na orla de Salvador. Os dois criminosos têm 18 e 19 anos respectivamente. A dupla é apontada por praticar ao menos 20 crimes praticados somente no mês de março. 

 

Os mandados de prisão temporária e de busca e apreensão foram cumpridos no bairro da Engomadeira. Os suspeitos são irmãos e já tinham passagem pela polícia, quando foram presos durante o período do Carnaval. A PC encontrou com eles celulares, documentos, cartões de crédito e um simulacro de arma de fogo.

 

Os crimes ocorridos no mês de março, foram praticados principalmente nas regiões do Rio Vermelho, Ondina, Pituba, Barra, Graça, Amaralina e Avenida Vasco da Gama.

 

Um dos investigados utilizava arma de fogo para ameaçar as vítimas e subtrair aparelhos celulares e outros pertences, enquanto o outro conduzia o veículo, conforme a investigação. 

 

A operação foi realizada por equipes do Departamento de Polícia Metropolitana (DEPOM), por meio da 7ª Delegacia Territorial do Rio Vermelho, com apoio da Coordenação de Operações e Recursos Especiais (CORE). 

 

As investigações seguem em andamento para localizar outros envolvidos e desarticular a ação criminosa.

 

Polícia desarticula laboratório de drogas em Feira e apreende mais de 60 kg de entorpecentes
Foto: Divulgação / Polícia Civil

Uma ação prendeu duas mulheres e desarticulou um laboratório clandestino de drogas, com mais de 60 quilos de entorpecentes, em Feira de Santana. O fato ocorreu nesta quarta-feira (25) no bairro Santo Antônio dos Prazeres, durante mais uma fase da Operação Purificação deflagrada pela Polícia Civil.

 

Foto: Divulgação / Polícia Civil

 

Segundo o Acorda Cidade, parceiro do Bahia Notícias, no local, os policiais apreenderam equipamentos e insumos utilizados na fabricação de entorpecentes, além de farta quantidade de drogas.

 

Entre os materiais encontrados estavam uma prensa, três balanças de precisão, liquidificadores, peneiras, bacias plásticas, rolos de embalagens, substâncias químicas e diversos tabletes e porções de cocaína e maconha. Ao todo, foram apreendidos aproximadamente 46 quilos de cocaína e 20 quilos de maconha.

 

Conforme o delegado James Feitosa Moura Filho, titular da delegacia de Serrinha, na região sisaleira, as investigações apontaram que o imóvel era utilizado por integrantes de um grupo criminoso para a produção e distribuição de drogas destinadas ao abastecimento do tráfico em cidades da região, incluindo Serrinha e Barrocas. O prejuízo estimado ao crime organizado é de cerca de R$ 4 milhões.

 

Ainda de acordo com a polícia, durante diligências, as equipes identificaram movimentação considerada suspeita no imóvel investigado. Ao se aproximarem, os agentes perceberam um forte odor característico da produção de entorpecentes. Na abordagem, foram localizadas as suspeitas, além das drogas, insumos e equipamentos.

 

A operação foi resultado de trabalho integrado e troca de informações entre as polícias civis da Bahia e de Sergipe. Além da delegacia de Serrinha, a ação contou com apoio de unidades regionais e grupos especializados de investigação.

 

As duas mulheres e o material apreendido foram encaminhados ao Complexo Policial de Feira de Santana, onde foi lavrado o auto de prisão em flagrante por tráfico de drogas. As investigações continuam para identificar outros envolvidos. 


 

PM aborda integrantes da torcida Imbatíveis na Rodoviária de Salvador
Foto: Reprodução / Alô Juca

Policiais militares abordaram, na noite desta quarta-feira (25), integrantes da torcida organizada Imbatíveis, do Esporte Clube Vitória, na estação de ônibus da Rodoviária de Salvador.

 

A ação foi realizada por equipes do Batalhão Gêmeos, responsável pelo policiamento em coletivos e terminais de transporte da capital baiana.

 

Até o momento, não há registro de prisões ou apreensões relacionadas à ocorrência.

 

Acusado de feminicídio, ex-diretor de presídio de Paulo Afonso terá defesa feita por escritório de mulheres
Foto: Reprodução / PA4

O ex-diretor do presídio de Paulo Afonso, no Norte baiano, Tiago Sóstenes Miranda de Matos, de 37 anos, fará a defesa com um grupo de cinco advogadas.

 

 

Tiago é acusado de feminicídio contra a empresária Flávia Barros, de 38 anos, e nesta quinta-feira (25) recebeu alta médica do Hospital de Urgências de Sergipe (Huse) e foi encaminhado para o presídio militar em Aracaju, onde permanece custodiado à diposição da Justiça.

 

Segundo a Record, as advogadas que farão a defesa do acusado foram contratada pela esposa de Tiago. Não se sabe se ela sabia da relação entre o marido e a vítima. Flávia Barros foi morta a tiros na madrugada do último domingo (22) em um hotel de Aracaju (SE).

 

Foto: Reprodução / PA4

 

Além de empresária, Barros era estudante de direito. Na última terça-feira (24), a unidade de ensino prestou homenagens a ela


 

Polícia Civil avança em investigação de roubo com sequestro no Salvador Shopping e dois suspeitos morrem em confronto
Foto: Divulgação

A Polícia Civil da Bahia deflagrou, nesta quinta-feira (26), a 1ª fase da Operação “Pedrinhas”, com o objetivo de cumprir seis mandados de prisão temporária e quatro mandados de busca e apreensão domiciliar. A ação foi realizada por meio do Departamento Especializado de Investigações Criminais (DEIC), através da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos em Coletivos (DERRC) em conjunto com o DHPP.

 

Durante o cumprimento das ordens judiciais, sete alvos foram alcançados, sendo cinco pessoas presas e dois mortos após confrontarem as equipes policiais. Com eles, foram encontrados uma pistola, calibre .380, e um revólver, calibre 38.

 

As investigações apontam que os envolvidos integram grupo responsável por crimes de roubo majorado mediante restrição da liberdade das vítimas e sequestro, iniciados por volta das 17h do dia 15/03/2026, nas dependências do Salvador Shopping, e finalizados com o resgate de três vítimas mantidas em cativeiro na localidade conhecida como Pedrinhas, situada no bairro de Plataforma, subúrbio ferroviário de Salvador, por volta das 4h do dia 16/03/2026 (leia mais aqui e aqui).

 

Os mandados judiciais estão sendo cumpridos nos municípios de Simões Filho, São Gonçalo dos Campos, além do Complexo Penitenciário da Mata Escura, contando com a atuação de equipes da DERRC, Coordenação de operações, Agência de Inteligência do DEIC, além das equipes do Departamento de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

 

As diligências seguem em andamento com o objetivo de localizar outros envolvidos e reunir novos elementos probatórios que contribuam para o completo esclarecimento dos fatos.